Secretaria da Educação
Secretaria da Saúde
Secretaria de Obras
Secretaria da Administração
Secretaria da Fazenda
Secretaria da Agricultura
Secretaria Indústria/Comércio
Secretaria Social
Dados do Município
Organograma
Leis Municipais - Cespro
Portal da Transparência
Índice Desenv Humano
Contas Públicas
Licitações
Publicações Oficiais
Outras Publicações
SIC
Contribuição de melhoria
Leilão de Bens
Meio Ambiente - Downloads
PMSB
Plano Municipal de Saúde
Recolhimento de lixo
Calendário de Eventos
DMD - Campeonatos
Comdica
Conselho Municipal de Educação
Notícias
Mapa de Ibirubá
Tempo em Ibirubá
Busca CEP
Links
Turismo
Pontos Turísticos
Hospedagem
Gastronomia
Infraestrutura Turística
História
Fotos
Telefones
Emails
Ouvidoria
Fale Conosco
 
 
 
 
 
 
 

02/12/2016


Coleta Seletiva de Lixo, ajustes precisam ser feitos

 

Após sete meses de implantação do novo sistema de recolhimento de lixo, alguns ajustes devem ser feitos para o sucesso do trabalho. A Associação de Catadores mantém 15 famílias que vivem da renda gerada pela comercialização dos materiais recicláveis.

Maio de 2016 foi o mês de início da Coleta Seletiva em todo o município de Ibirubá. Análise feita pelas partes integrantes do sistema (Departamento Municipal do Meio Ambiente - DMMA, Projeto Profissão Catador-Unicruz e Associação de Catadores Cidadania Sustentável Ibirubá) revela que ainda há muito por se fazer. “Situações operacionais são mais fáceis de se resolver do que aquelas em que se depara com a cultura de uma sociedade”, alerta o coordenador do DMMA Valdir Lagemann.

O volume que a Associação recebe hoje está baixo em relação ao que se coletou no início e à quantidade de lixo real gerada pela comunidade. “Isto pode ser percebido principalmente pelas atitudes que vemos da comunidade, que ainda não está fazendo integralmente a sua parte”, explica a assistente social do Projeto Profissão Catador Tamara Rocha. “Entendemos que a mudança de hábito é um processo demorado. Mas a comunidade tem que se conscientizar de que ela é responsável pelo lixo que produz”, completou Tamara.

Pelo trabalho de coleta do material, realizado pelos garis da empresa de recolhimento, a população não aderiu completamente ao novo sistema. “Ainda chegam à Associação muitos materiais inorgânicos misturados aos recicláveis, inclusive animais domésticos mortos e fezes de animais”, informou a coordenadora da Associação de Catadores Juçara Martins.

Alguns ajustes devem ser feitos para melhorar esta situação. Além da separação correta do lixo orgânico dos materiais recicláveis no próprio ponto de geração, a comunidade pode contribuir organizando locais diferentes para os dois tipos de lixo. “Já se tem exemplos na cidade de residências e condomínios que disponibilizaram locais diferentes para a colocação do lixo, com identificação de orgânico e seco (ou recicláveis)”, informou Valdir.

O horário de colocação do lixo também deve ser observado. Assim, se garante que a destinação seja correta aos devidos locais (Aterro Sanitário e Associação de Catadores). A ideia é que todos os profissionais que trabalham com a catação no município sejam vinculados à Associação, pois as garantias de trabalho coletivo são maiores do que o individual, explicou Tamara.

Há situações que podem ser controladas ou monitoradas pelo poder público, como por exemplo, ajustes em horários de recolhimento, manutenção da infraestrutura da Associação de Catadores, contratação da empresa recolhedora do lixo ou divulgação do sistema de recolhimento. Entretanto, há circunstâncias que dependem dos hábitos culturais da sociedade.

Por todas estas razões é muito importante que toda a comunidade esteja consciente do seu papel. “Quando um elo na engrenagem não trabalha como deve ser, todo o sistema fica comprometido”, exemplificou o coordenador do Meio Ambiente Valdir. Tamara também ressalta que, no momento, em que a comunidade faz a sua parte, se começa a ter resultados melhores.

O Departamento está à disposição da comunidade para esclarecimento de dúvidas, recebimento de sugestões e até denúncias de situações irregulares, atendendo junto à Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente à Rua Firmino de Paula, 799 – fones 3324-8500 ou 8570.

Para quem desejar levar diretamente materiais à Associação, o galpão está situado no Bairro Hermany, na Av. Brasil, 3.295 (numa travessa antes do Clube Divertido). O horário de expediente é das 7h30min às 17h30min, sem fechar o período do meio-dia.

Geração de renda e ganhos ambientais

Hoje são 15 famílias que se beneficiam do trabalho da Associação. No início, a renda das famílias chegou até R$ 1.500,00. “Uma renda muito significativa em relação à renda de outros municípios, onde temos o Projeto Profissão Catador implantado. Uma das maiores que temos hoje”, revelou Tamara. Hoje não se consegue chegar a este valor, pois o volume de materiais recebido pela Associação está abaixo do inicialmente recebido.

Entre maio e junho, a Associação levava, em média seis dias para vender uma carga para as empresas de reciclagem. Hoje, chega a 16 dias para a comercialização de uma única carga. “Isto impacta diretamente na renda das famílias associadas, que dependem deste trabalho para viver”, destacou Tamara.

Para que todo o processo seja bem-sucedido é necessário que todos os envolvidos desempenhem seu papel corretamente: poder público, Associação, comunidade e empresa recolhedora. “Com isto, o Município ganha social e ambientalmente. As famílias vinculadas à Associação terão uma geração de renda mais digna à sua sobrevivência e o meio ambiente terá uma significativa redução de dejetos destinados ao Aterro Sanitário do município”, explicou a assistente social.


Administração 2013-2016
Magda Pimentel
Assessoria de Imprensa
imprensa@ibiruba.rs.gov.br

 
 
 

 

Rua Tiradentes, 700      Cep 98200 - 000
Fones (54) 3324 - 8500    (54) 3324-8515
Email - geral@ibiruba.rs.gov.br